Muitos jogos no Museu para os alunos. Nova faze do Museu. Inovar ê meta do MUSEU.
Educação Infantil, Ensinos Fundamental e Médio
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Nos Estados Unidos, foi dada a largada para a produção de Dark Horse, filme que vai narrar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, com previsão de estreia para 2026.
A PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO REDONDO/RN, por meio da SECRETÁRIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO, no
uso de suas atribuições, e, considerando a homologação final do resultado do Processo Seletivo Simplificado (PSS) Para![]() |
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A importância do registro de marcas.
É crucial registrar sua marca para protegê-la legalmente contra cópias e uso indevido, além de garantir direitos exclusivos de uso no mercado. O registro fortalece a credibilidade do seu negócio, construindo confiança entre clientes, parceiros e investidores. Além disso, o registro da marca pode gerar valor para sua empresa, permitindo licenciamento, franquias e até mesmo maior valorização em caso de venda.
Por que registrar sua marca?
Proteção legal:
O registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) garante o direito exclusivo de uso da sua marca em todo o território nacional. Isso significa que ninguém mais poderá usar sua marca sem sua autorização, e você pode tomar medidas legais contra quem tentar copiá-la ou usá-la indevidamente.
Credibilidade:
Uma marca registrada transmite segurança e solidez, fortalecendo a imagem da sua empresa no mercado. Clientes, parceiros e investidores tendem a confiar mais em empresas com marcas registradas, pois isso demonstra profissionalismo e compromisso com a qualidade.
Valorização do negócio:
A marca é um ativo valioso para qualquer empresa. O registro garante que você tenha o direito de explorá-la comercialmente, seja por meio de licenciamento, franquias ou até mesmo na venda do seu negócio.
Expansão:
O registro no Brasil pode ser a base para a proteção da sua marca em outros países, especialmente se você planeja expandir seus negócios internacionalmente.
Prevenção de confusão:
O registro evita que consumidores sejam confundidos por produtos ou serviços falsificados ou de baixa qualidade, que poderiam manchar a reputação da sua marca.
Como registrar sua marca?
1. Verifique a disponibilidade:
Antes de iniciar o processo, consulte o site do INPI para verificar se a marca que você deseja já está registrada.
2. Faça a solicitação:
O registro da marca é feito no INPI, seguindo as orientações e procedimentos estabelecidos pelo órgão.
3. Acompanhe o processo:
Fique atento ao andamento do seu pedido no INPI e responda a quaisquer exigências ou solicitações dentro dos prazos estabelecidos.
Recomendações:
É recomendável realizar o registro da marca o mais rápido possível, idealmente antes mesmo do lançamento da sua empresa ou produto.
Busque ajuda de profissionais especializados em registro de marcas para garantir que o processo seja feito corretamente e que sua marca esteja protegida. (fonte google)
Sem registro, você pode ser obrigado a mudar o nome da sua empresa e sofrer prejuízos financeiros.
Evite processos complexos e garanta sua segurança.
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| Foto Pedro Garcia |

Cavalos esculpidos em madeira, figuras religiosas e miniaturas de cenas do cotidiano nos lembram da importância de manter viva a cultura popular e o saber tradicional. Aqui, detalhes revelam o cuidado com a memória e o respeito pelas mãos que moldam a arte.
Venha conhecer o nosso Museu e se encantar com a riqueza do nosso artesanato e da nossa história!
\#MuseuDeDonaAuta #ArtesanatoNordestino #CulturaPopular #MemóriaViva #TurismoCultural
O último foi realizado pelo então prefeito Péricles Rocha, em 2012, no Complexo Vila de Todos. O evento era conhecido como Festival de Quadrilhas Juninas do Trairi e se destacou nos anos 2000 pela grandiosidade, reunindo as principais agremiações juninas do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
O auge do festival aconteceu na gestão de Tomba Farias, quando foi montada uma grande estrutura no Largo da Matriz, com arquibancadas, camarotes e barraquinhas ao redor, consolidando-se como uma das marcas do mês de junho em Santa Cruz.
O declínio começou no final dos anos 2000, com a transferência do evento para o Complexo Vila de Todos, a redução nos prêmios e falhas na organização. Paralelamente, outras cidades passaram a investir mais e tornaram seus festivais mais atrativos.
Atualmente, na região do Trairi, destacam-se os municípios de Serra Caiada e Sítio Novo, ambos com premiações robustas e grande estrutura. Em Serra Caiada, o grupo de Faustinho foi responsável pela criação do festival local. Na gestão atual de Joãozinho Furtado, o evento ganhou ainda mais visibilidade com a integração ao Festival Gastronômico da Tapioca.
Sítio Novo resgatou o prestigiado festival criado por Wanira Brasil, conhecido pela quantidade de quadrilhas participantes, pela qualidade do evento e pela boa premiação. A atual prefeita, Andrezza Brasil, devolveu o brilho ao festival, que havia perdido força em gestões anteriores.
Outro destaque é Tangará, que tradicionalmente realiza o encerramento dos festivais juninos da região, promovendo uma verdadeira celebração entre os quadrilheiros.
Fica, então, a esperança pelo retorno definitivo deste grande evento, que por anos foi fundamental para a cultura e a economia de Santa Cruz – e que jamais deveria ter sido interrompido. Que a nova gestora, Aninha de Cleide, siga inovando e aprimorando o festival, para que nossa cidade volte a ser uma verdadeira vitrine cultural neste período tão emblemático do ano..
Fonte: Globoplay
Na manhã desta quarta-feira, 22 de maio, a apresentadora Patrícia Poeta destacou, durante o programa da Rede Globo, a importância do Dia de Santa Rita de Cássia, celebrado com grande fervor no município de Santa Cruz, no Rio Grande do Norte.
Com entusiasmo, Patrícia falou sobre a tradicional festa da padroeira, que reúne milhares de romeiros e devotos de várias partes do Brasil em uma verdadeira demonstração de fé, esperança e devoção. Ela ressaltou o impacto religioso e cultural da celebração, que movimenta não apenas a cidade, mas toda a região do Trairi.
Um dos pontos altos da cobertura foi a menção à grandiosa estátua de Santa Rita de Cássia, localizada em Santa Cruz, considerada a maior estátua católica da América Latina, com impressionantes 56 metros de altura. Patrícia Poeta destacou a imponência do monumento e seu significado para os fiéis que sobem ao Santuário como forma de agradecer e renovar suas promessas.
Durante o programa, também foram exibidas imagens emocionantes da festa dos romeiros, com missas campais, procissões e momentos de intensa espiritualidade vividos pelos peregrinos que lotaram as ruas da cidade. A apresentadora parabenizou a organização do evento e reforçou a importância de manter viva essa tradição de fé popular.
“É bonito ver o quanto a fé move pessoas e transforma lugares”, comentou Patrícia. “Santa Cruz se enche de vida nesse período, e a imagem de Santa Rita nos lembra da força da oração e da esperança.”
A participação da apresentadora trouxe ainda mais visibilidade à celebração, que a cada ano atrai mais visitantes e fortalece a identidade religiosa de Santa Cruz como um dos principais destinos de turismo religioso do Brasil.
Cresci vendo mamãe ser fiel à fé e a Santa Rita de Cássia. Ela, como tantos devotos da Santa Italiana, viu o impossível se tornar possível por meio da intercessão. Dizia-me que Santa Rita entende da dor do povo por ter passado por tantas aflições e provações. E é por isso que ela abraça-nos com tanta solidariedade e força, elevando ao Senhor Jesus nossos mais lastimosos pedidos. Mamãe ensinou aos filhos o cultivo da fé e o amor à Santa Rita. É nela, que hoje e sempre, me pego e me agarro em exortação.
Ontem, quando assistia a novena de Santa Rita de Santa Cruz, por meio da televisão, dei um sobressalto na ocasião em que estava encantada com a homilia de Frei Jean Alves, pároco de Santa Cruz do Capibaribe. Estava aficionada diante da TV já pela sua eloquência e boquiaberta com a sua memória, narrando fatos e homenageando personalidades. Foi aí que de repente, ele cita aquela que foi tão importante para a difusão da fé e da devoção à Santa Rita em seu tempo: Dona Auta. Minha mãe! Nas palavras do generoso Frei: “Como se esquecer de Dona Auta e seus leilões que tanto tornaram grandiosa esta festa e abriu caminho para a vinda do Santuário”.
Não contive as lágrimas, nem tampouco tentei fazer isso. Deixei que a emoção viesse e eu fosse tomada pela saudade que nunca cicatriza. Lembrei de mamãe falando dos leilões, da campanha para comprar os novos bancos da igreja, das missões de Frei Damião sobre o monte Carmelo, da vez que ela obrigou Seu Gilson Andrade, prefeito à época, a ter um olhar sensível e compenetrado com o monte Carmelo. Lembro de mamãe no púlpito da matriz pedindo ajudas insistentemente em favor da igreja e da madrinha dos sertões. Mamãe e seus abnegados trabalhos devocionais foram minha grande inspiração para defender a cultura e a preservação do patrimônio histórico.
Ontem, a lágrima da saudade tinha gosto de comprazimento. Mamãe que tantas vezes lutou por esta festa, que foi responsável pela presença do agricultor nas noites festivas e que tanto amava Santa Rita, fora mencionada e esta lembrança traz o peso do trabalho e da dedicação que ela tanto entregou à Santa das Causas Impossíveis.
Agradeço emocionalmente ao Frei Jean. Suas palavras me marcaram profundamente. Eu, quero lhe dizer, que sigo como posso mantendo viva a tradição que ela tanto me pediu para nunca quebrar: “A primeira noite de novena precisa sempre ter um representante da família Bezerra. Será a noite do homem do campo, e é lá que a gente tem que estar… porque foi o campo, por intercessão de Santa Rita, que nos deu tantas alegrias. O homem do campo que tanto sofre… é lá, Cleudia, que Santa Rita vai estar. Porque Santa Rita sempre estará ao lado dos que mais precisam!”
CLEUDIA BEZERRA PACHECO
*Uma homenagem ao dia nacional dos museus, 18 de maio*
O dia 18 de maio sempre me traz memórias e me defronto aos meus desafios. Às memórias, daquilo que vivi e dos sentimentos que me fizeram montar o primeiro museu Rural do Rio Grande do Norte, bem como as palavras de mãe que já falava em memória e preservação do patrimônio histórico mesmo sem ter quaisquer vislumbre sobre o que de fato é um museu e/ou como ele funciona; já os desafios que me pegam, ressaltam o trabalho hercúleo que é levar à frente um Museu no interior do RN e que fica à 8km de distância do centro da cidade e, ainda que a estrada seja seu maior gargalo, nesses mais de 16 anos de existência, ainda não encontrei turista e visitante que não elogiasse a cultura, a organização, a riqueza em peças e também as novidades - sempre em crescência - que o Museu Auta Pinheiro Bezerra apresenta.
Mas, neste dia onde se celebra o dia nacional dos museus, digo aos mais jovens, que são o futuro vivendo no presente: Os museus não são apenas lugares que guardam o passado! São casas de memória, onde os sonhos ainda ganham bálsamo, onde o tempo respira nas paredes, nos cheiros, nos sons, nas cores… Ah, meus jovens, cada objeto, uma história para se inspirar. Cada sala, um universo para se desbravar. São olhos que nos olham de volta. São silêncios que nos aconselham. São perguntas que encontram outras perguntas para gerar respostas. Quando visitamos os museus, o passado encontra o presente e sussurra caminhos para o futuro.
Por isso, neste 18 de maio, dia em que celebramos os museus, que os tenhamos como lugares mágicos, vivos e necessários. Que celebremos a arte, a cultura, a memória e a emoção de existir. Viva os museus, viva a nós: Povo Brasileiro, potiguar… Santacruzense!
A estes Santacruzenses, digo: Boa Hora está de braços abertos e suas portas esperam por você. Visite o Museu Auta Pinheiro Bezerra, porque visitá-lo é, no fundo, entrar dentro de si mesmo.
CLEUDIA BEZERRA PACHECO